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Homem baleado aponta dívida de drogas como motivo de atentado

Uma dívida de entorpecentes pode ser a principal causa para o atentado sofrido por Fábio Loureiro Tibúrcio, de 30 anos. Segundo a reportagem do Campo Grande News, Fábio, que recebeu um tiro no abdômen durante a madrugada do dia 4 de agosto de 2018, teria dito a policiais antes de receber o socorro de seu ferimento, que o disparo havia sido motivado por dívida de drogas, porém não identificou o autor do disparo para as autoridades.

Segundo a polícia, o atirador estava dentro de um carro com duas outras pessoas transitando pelas ruas, até que identificou a vítima, que caminhava. Então, ele desceu do carro e efetuou os disparos, porém apenas um atingiu Fábio; tiro este que atravessou seu corpo e saiu pelo lado esquerdo de suas costas.

Após o ferimento, Fábio pediu socorro em uma casa próxima, sendo atendido por uma moradora, que soliciou o resgate, e até o momento, ele encontra-se em atendimento na Santa Casa da cidade.

Este caso se assemelha a muitos outros que estão acontecendo na região de Campina Grande e em várias outras partes do pais, e traz à tona novamente a discussão sobre a influência do consumo e tráfico de drogas no aumento da ocorrência de crimes.

Percebe-se em uma pesquisa rápida em portais de notícias renomados que muitos dos casos de morte violenta estão associados direta ou indiretamente com o consumo de entorpecentes, principalmente em regiões de renda per capita mais baixa, em que a ação de traficantes é ainda mais intensa. Via de regra, estes crimes (à semelhança do caso de Fábio) estão associados a dívidas adquiridas pelo consumo de drogas, que pelos mais variados motivos, não puderam ser sanadas; e como forma de punição ou exemplo a outros compradores, a vítima ou algum familiar sofre alguma forma de violência como forma de pagamento,

Ação de bandido foi frustrada por militar em folga

Em Sobradinho, uma região administrativa do Distrito Federal, a ação de um bandido, que tinha tudo para ser mais um entre muitos roubos de nosso cotidiano. não teve o término conforme o planejado… ao menos não para o bandido.

Lelisvaldo Silva, de 26 anos, observava um idoso que realizava um saque em sua conta bancária, e ao notar sua distração, decidiu praticar o famoso golpe da “saidinha”, que consiste no roubo dos ganhos de alguem que acaba de realizar algum tipo de serviço bancário, geralmente de alto valor. Assim, Lelisvaldo roubou R$3.932 de um senhor idoso não identificado. Porém durante sua ação, Lelisvaldo foi observado por um policial militar em dia de folga, que ao reconhecer a vulnerabilidade do idoso, decidiu agir por conta própria, de forma discreta e contida.

Desta forma, o policial passou a seguir o criminoso em seu carro até a rodoviária, tomando o cuidado necessário para que sua perseguição não fosse notada por Lelisvado, que antes que pudesse se evadir, foi capturado pelo policial ao desviar de sua rota e entrar em um mercado para trocar de blusa (peça esta que havia sido adquirida com os ganhos do idoso), provavelmente para, caso houvesse algum tipo de ação rápida, não fosse reconhecido por suas roupas. Assim, capturado, ele foi encaminhado para a delegacia para melhores esclarecimentos e para a devida apuração dos fatos.

Graças à ação ágil e discreta do policial militar, o idoso pôde recuperar seu dinheiro sem grandes transtornos, já que não houve tempo hábil para que o dinheiro fosse perdido ou gasto, sendo possível identificar de pronto a propriedade do idoso. Este tipo de ato, é extremamente perigoso, já que, por exemplo, um policial foi morto ao tentar impedir um assalto, e muitos outros estão sofrendo atentados sérios fora de serviço.

Na delegacia, Lelisvaldo foi identificado e constatou-se que além de algumas passagens prévias, ele havia recebido dois disparos de arma de fogo em brigas anteriores.

Crimes financeiros e violência: a realidade de inúmeros idosos

A partir de 2003, os crimes contra idosos passaram a ter um resguardo legal específico, já que nele constam direitos das pessoas da terceira idade, além dos deveres dos familiares com aqueles que tanto já fizeram. Porém, nesta fase da vida que requer tantos e tão especiais cuidados, os idosos tendem a estar vulneráveis às mais diversas ações criminosas.

Os crimes, que vão desde agressões físicas até estelionato, são, segundo o relatado em reportagem muitas vezes cometidos por familiares, que deveriam ser os responsáveis pela integridade física e moral dos idosos. A proximidade familiar, além de tornar o idoso mais acessível ao criminoso, via de regra coibe a realização da denúncia, já que há a tendência de “não querer prejudicar” algum ente querido.

Porém, se dentro de casa eles estão vulneráveis à ação de familiares mal intencionados, quando se trata do convívio social, o risco é ainda maior. Não são raros os casos de roubo, furto e estelionato sofridos por pessoas da terceira idade, que se tornam alvo fácil, por exemplo, nas saídas de banco, já que muitas vezes possuem uma locomoção mais debilitada. No caso de estelionato, vê-se que é comum a existência de casos em que o idoso acredita em falsas promessas de benefícios variados, e por isso acabam precisando dispor de somas de dinheiro, sem nunca obter o ganho prometido.

A denúncia não precisa partir necessariamente do idoso ou de algum outro familiar que tenha identificado o ato ilícito, já que mesmo sem vínculo familiar é possível realizar uma denúncia anônima através do número 100 (do Ministério dos Direitos Humanos, que atende o Brasil todo durante 24 horas) ou no disque-denúncia de sua região. O importante é que nestes casos não haja omissão de nenhuma parte, para que possamos garantir um fim de vida mais seguro e tranquilo aos nossos idosos.

O Brasil está na posição de segunda maior vítima de crimes cibernéticos

Quando se trata de crimes cibernéticos, o Brasil infelizmente figura em uma posição de destaque, sendo o segundo país com maiores perdas com crimes cibernéticos no mundo, perdendo apenas para a China.

Segundo um levantamento realizado, o perfil da vítima de crimes cibernéticos é um jovem Millenial, que costumeiramente está cercado de equipamentos eletrônicos e busca realizar de forma remota boa parte de suas atividades diárias.

Se por um lado esta pessoa é entusiasta por tecnologia, que busca estar a frente dos lançamentos, quando se trata da segurança de suas operações, este se torna descuidado, utilizando a mesma senha em inúmeras situações ou compartilhando suas contas pessoais com terceiros. Ou seja, em comum está a sensação de inatingibilidade, que um crime cibernético nunca irá atingi-los.

Segundo a pesquisa realizado, mais da metade dos brasileiros entrevistados compartilha as senhas, e muitos têm como hábito manter um registro das senhas em um papel, ou até utilizar a mesma senha para todas as contas que possuem.

Embora seja recorrente o temor dos entrevistados em relação à segurança de seus dados bancários, muitos compartilham os dados de acesso de contas virtuais com terceiros.

Este tipo de comportamento auxilia (e muito) na vulnerabilidade de dispositivos eletrônicos e contas pessoais, já que utilizar uma mesma senha em várias contas torna mais simples o processo de invasão em contas variadas, afinal, é preciso menos esforço e investimento para descobrir as outras senhas após saber da primeira.

A falta de cuidado com as senhas em associação com o baixo cuidado com a segurança de conexões e redes fez com que em 2017 o Brasil tivesse uma perda de $22 bilhões de dólares em crimes econômicos virtuais (além, é claro, do imensurável valor do tempo despendido em solucionar os problemas, e do stress gerado a todas as partes atingidas).

Como a política conservadora dos cassinos afetou até Ben Aflleck

Quando se pensa em um famoso ator de Hollywood frequentando um lugar específico, o primeiro pensamento é que a casa em questão estaria feliz em ter aquela pessoa ali, como uma ferramenta de marketing gratuito. Porém, de acordo

com uma reportagem, o Hard Rock Hotel & Casino de Las Vegas não pode dizer exatamente isso, já que aparentemente baniu temporariamente o ator Ben Affleck de sua casa.

Ao contrário do que acontece nas versões virtuais, como o Spin Palace , a casa de Las Vegas optou por solicitar ao ator que parasse de frequentar o cassino por ser demasiadamente inteligente, conseguindo assim ganhar um número significativo de partidas, causando um grande prejuízo ao equilibrio financeiro nas operações diárias da casa.

O fato foi noticiado em inúmeros veículos da imprensa e chamou a atenção de inúmeras pessoas, afinal, além do pouco convencional fato de uma celebridade ser recusada em um ambiente, foi a confirmação da lenda popular sobre a proibição de que algumas pessoas frequentem cassinos comuns, algo que até então estava apenas no imaginário popular.

Após a divulgação da notícia para a imprensa, o Hard Rock Hotel & Casino emitiu uma nota informando que Ben Affleck é bem-vindo a frequentar a casa, como qualquer outro cliente, porém o que se apurou é que durante a famigerada partida que gerou toda a especulação, Ben teria realizado o movimento de contar cartas, algo que não é ilegal no jogo de Blackjack, porém, que pode ser entendido como uma espécie de truque, que é passível do afastamento da partida conforme o entendimento da equipe do cassino, e que teria sido este (e não a soma de cerca de $800 mil que o ator ganhou em inúmeras partidas de Blackjack na casa) o motivo para que ele fosse convidado a se retirar por alguns seguranças.

Quem são os jovens traficantes que comandam parte dos crimes no Rio?

O Rio de Janeiro é tido como uma das cidades mais perigosas para se viver e visitar, e a figura do malandro carioca por muito tempo esteve no imaginário popular como a representação do jovem criminoso: alguém que realizava pequenos delitos para prover as necessidades de sua família ou mesmo pequenos luxos para si.

Depois da figura do malandro, a representação que até há pouco tempo era a descrita pela sociedade era de alguém com um perfil semelhante aos personagens descritos por Paulo Firmino e adaptados ao cinema por Fernando Meirelles no filme “Cidade de Deus”; alguém sem vínculos familiares, portanto sem receio de avançar e expandir poder no mundo do crime.

Contudo,

segundo uma reportagem da BBC Brasil, o perfil do traficante carioca de hoje em dia está cada vez mais distante da figura mítica de “Zé Pequeno”. Hoje, o que se vê é um jovem que se iniciou no crime após algumas tentativas de trabalho formal, porém estas foram precárias; que abandonou a escola cedo para auxiliar a chefe da casa, que na maioria das vezes é uma mulher, a prover a subsistência da familia; que depois de adultos constituiram suas próprias famílias e permanecem no mundo crininoso como meio de prover uma subsistência melhor aos seus entes próximos.

É interessante destacar que além do perfil mais “família”, a quantidade de indiciados por tráfico de drogas que indicam frequentar igrejas evangélicas cresceu consideravelmente; e que muitas vezes, a questão religiosa também influencia no modus operanti destes criminosos. O que se percebe é que com o advento das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP’s), o desenrolar do crime nas periferias precisou ser adaptado para um modelo mais discreto, e este perfil mais contido dos jovens traficantes foi o grande diferencial que permitiu que eles atuassem em seus redutos, sem grandes situações de enfrentamento.

Edward Thorp e a contagem de cartas

Blackjack, mais que um jogo envolvendo sorte, demanda atenção total e cuidado por parte dos jogadores, por isso, um matemátio americano desenvolveu uma técnica para que pudesse prever o resultado dos jogos de Blackjack. A técnica chamada de “contar cartas” ajuda o jogador a prever estatisticamente a chance de ter sucesso no jogo, e por isso vem sendo combatida com cada vez mais severidade em cassinos físicos.

A técnica consiste em atribuir um valor às cartas conforme a numeração das mesmas, onde ases e a carta 10 têm valor de -1, cartas de 7 a 9 não possuem valor e as de 2 a 6 valem +1. Tendo esses valores em mente, a orientação geral é que sempre que a somatória de suas cartas for positiva, voocê estará apto a pedir mais cartas sem que haja grande risco para sua mão.

A técnica, que como pudemos ver, é bem simples, não se trata de um comportamento ilegal em cassinos, porém é fortemente combatida em casas físicas, já que oferece um auxílio extra ao jogador. Por isso, muitas casas estão banindo jogadores das mesas de Blackjack, como o que ocorreu com Ben Affleck no Hard Rock Hotel & Casino, por considerarem que contar cartas oferece uma vantagem extra, além do fator sorte.

Porém, quando se trata de contar cartas, nem sempre o procedimento é mal visto. Esta recusa à técnica de contar cartas é algo que não acontece em casas virtuais, como o Cabaret Club casino online, já que, além de impedirem que alguma forma de trapaça por parte dos jogadores ocorra durante a partida, as casas virtuais conhecem e até esperam que estas técnicas sejam adotadas por seus clientes, já que nestes casos, a privacidade permite, inclusive, que o jogador faça contas muito mais detalhadas e minunciosas antes de tomar decisões em suas partidas.

O Palmeiras e o crime de falso testemunho

A final do Campeonato Paulista de futebol de 2018 tinha tudo para ser um evento esportivo como outro qualquer: Palmeiras e Corinthians se enfrentariam em uma partida acirrada diante de torcidas empolgadas. Porém, o evento que tinha tudo para dar certo, foi influenciado pela ação do árbitro que, em certo ponto da partida, marcou um pênalti em favor do Palmeiras, após longos momentos de agitação, debate acirrado em campo e contato com um membro da arbitragem que estava fora do campo.

Este pênalti, que foi decisivo para a vitória do Corinthians, está sendo questionado judicialmente pelo Palmeiras, já que o time acredita ter ocorrido a influência de terceiros na decisão do árbitro (algo ilegal na legislação esportiva deste campeonato por decisão dos times participantes da Federação Paulista de Futebol).

Após as primeiras fases de investigação e depoimentos realizados, por não ter ocorrido uma confissão real da interferência de terceiros na avaliação do lance, além de inúmeros depoimentos contraditórios, decidiu-se por manter o resultado original do jogo,

O Palmeiras entrou com um recurso criminal e pede a investigação por falso testemunho, a fim de provar que por ação externa houve a interferência no andamento e resultado da partida.

O crime de falso testemunho é resguardado no artigo 342 do Código Penal, e inclui negar ou não oferecer resposta quando há o questionamento de autoridade criminal. Neste caso, a alegação do Palmeiras é que as informações que estavam sendo transmitidas ao vivo pela televisão puderam ser utilizadas para auxiliar na condução do jogo e por consequência na vitória do Corinthians. Por isso, a nova fase da investigação que está abalando as estruturas do futebol nacional agora sai do campo do direito esportivo e segue para a esfera criminal, onde certamente será analisada a coerência dos depoimentos conforme o solicitado pelo time paulista.

Como Bill Brennan conseguiu roubar um cassino?

Bill Brennan poderia ser descrito por todos os seus colegas de trabalho como um homem pacato, simpático e um pouco reservado e, até o fatídico dia em 1992, jamais levantou suspeita ou forneceu qualquer indício sobre o que aconteceria.

Brennan, que era crupiê (a pessoa que organiza ou intermedia os jogos e tem o poder de receber e controlar apostas) no cassino Stardust, depois de muito observar e trabalhar, acreditava mecerer uma promoção para que se tornasse supervisor, algo que foi completamente descartado por seu gerente assim que foi proposto (o que, segundo algumas versões, pode ter sido o grande fator motivador para seu crime).

Depois de analisar calmamente a movimentação do cassino, a rotina dos seguranças, o fluxo de dinheiro e até mesmo a disposição das câmeras, Brennan furtou cerca de $500 mil dólares em notas e fichas variadas, sem que nenhuma câmera do cassino conseguisse registrar seu furto, algo descrito no blog do Cabaret Club casino online, que elegeu este como um dos roubos de cassino mais relevantes da história.

O mais incrível é que em sua saída (que aconteceu em seu horário de saída tradicional do trabalho), ele se cruzou com inúmeros colegas e nenhum desconfiou do conteúdo da sacola de papel que ele levava em mãos, prova da tranquilidade com que Brennan conduziu o crime.

Graças à destreza e tranquilidade de Brennan, a polícia demorou várias horas até descobrir que era ele o ladrão, o que gerou a margem de tempo necessária para que ele pudesse fugir com tranquilidade, levando consigo o fruto de seu roubo.

Brennan e o dinheiro nunca foram encontrados, e ele passou a figurar nas listas dos criminosos mais procurados do FBI.

Passado os anos, assim como muitos outros cassinos clássicos de Las Vegas,

o Stardust foi demolido para dar lugar a um novo cassino e resort, tão luxuoso quanto o seu precessor.

Justiça chilena liberta alguns condenados por crimes contra a humanidade

Passados quase 30 anos após o término do regime ditatorial chileno, cinco condenados que estavam detidos pelos crimes contra a humanidade cometidos, receberam alvará de soltura e o direito de responderem por seus processos em libertade condicional, e segundo veiculado no

Portal de Notícias Bol, a decisão, que ocorreu em segunda instância, foi favorável por considerar que os condenados atendiam a todos os requisitos legais da lei chilena para que tal progressão fosse concedida, não havendo motivos legais para impedimento.

Apesar de atender ao viés legal, a decisão dos magistrados não agradou a boa parte da sociedade civil, e houve protestos por parte de grupos de familiares de vítimas e desaparecidos durante a ditadura de Pinochet, que alegaram que, além da questão pessoal, os magistrados retrocederam em descumprir acordos internacionais de direitos humanos. Além disso, os grupos alegam que, apesar dos condenados terem cumprido boa parte de suas penas, os mesmos não se arrependeram dos crimes cometidos.

Contudo, apesar dos ferrenhos protestos, a justiça chilena manteve a decisão e libertou os condenados, algo contrário a postura adotada até o momento, já que em comparação com outros países que viveram períodos ditatoriais no século XX, o Chile foi um dos eficientes em julgar e condenar os assassinos e torturadores desses governos. Em uma comparação com o Brasil, onde a lei da Amnistia não permite que militares que realizaram torturas sejam julgados mesmo que falem abertamente sobre os crimes cometidos, no Chile, muitos torturadores foram condenados e morreram nas prisões dado o avanço da idade, havendo, inclusive, um mea culpa por parte dos militares, que não encaram o governo de Pinochet como uma “revolução”, como muitos da reserva brasileira.

A decisão do judiciário chileno certamente ainda será muito debatida e protestada, afinal, como a própria elite militar chilena destaca, o país buscou tratar com o máximo de transparência e justiça os crimes cometidos durante este nebuloso período, e não se espera que agora ocorra um retrocesso.