Roubos: uma das principais formas de crime de todos os tempos

Uma das principais e mais recorrentes formas de crimes é o roubo, muitas vezes confundido com o furto. A grande diferença entre essas duas modalidades de crimes é que contrariamente ao furto, o roubo implica obrigatoriamente o contato entre criminoso e vítima.

Por exemplo, se você possui um carro e estaciona em algum lugar, mas ao retornar não o encontra, mesmo que tenha ocorrido o arrombamento de um portão para a ocorrência, o crime será classificado como furto. Porém, se você estiver dirigindo e de alguma forma for coagido a entregar o carro a terceiros (seja por uso de violência ou não), este se configura como roubo.

É importante destacar que a ocorrência (ou não) de violência não determina o tipo de crime em questão, porém, como há o contato entre vítima e criminoso, surge um aspecto agravante, que torna os roubos muito mais perigosos que os furtos: a reação da vítima a ocorrência. Esta reação é o que torna o roubo sempre mais arriscado que os furtos, já que nele é preciso considerar o fator emocional, tanto em relação ao criminoso quanto a vítima, o que pode gerar implicações ainda mais sérias ao delito.

Por que saber o conceito de roubo é importante?

Quanto se trata de bens ou objetos de valor elevado, é comum que o cidadão deseje adquirir algum tipo de seguro para a garantia de sua tranquilidade caso haja alguma ocorrência, o tipo de crime em que este bem pode ser danificado ou perdido influi diretamente para a cobertura ou não do seguro. Por exemplo, em muitos casos, os seguros tradicionais não cobrem ocorrências de furto simples (aquele em que não há um arrombamento, por exemplo), já que nestes casos, não é possível sequer provar a ocorrência do crime. Por isso, antes de assinar um contrato de seguro, verifique com atenção as cláusulas de cobertura e analise as propostas com cuidado.